quarta-feira, 16 de maio de 2012

Vou articulando as palavras à minha maneira para torná-las mais ágeis para esconder a verdade do peso que podem vir a ter, se exprimissem a verdadeira mensagem que o meu coração quer transmitir.
Sim, é fácil dizer que se está bem quando na realidade o peso do erro mói na tendência de matar e destruir cada passo que antes foi tão cuidadosamente pensado e imaginado de uma forma que não pudesse falhar. Mais fácil é dizer-se que não há nada que me afecte nem que me magoe, quando um simples passo em falso conseguiu mudar tudo na minha vida. Sim, por vezes certas frases são frias, certos gestos são bruscos e certas palavras são maldosas, mas foram essas mesmas coisas que conseguiram derrubar por meros instantes a minha vida.
Novos rebentos estão por surgir para amenizar a dor de há tanto... talvez seja desta forma que a esperança de olhares machucados, com tantas lágrimas cheias de dor e saudade, sejam tratados com o devido amor que tanto anseiam. A escrita por enquanto consegue ser a única maneira de desabafo e apaziguamento da dor que todas as noites insiste em voltar, de uma perspectiva cada vez menos sólida e certa mas que corta da mesma maneira que outrora a minha felicidade...



14 comentários:

' dianasilva disse...

ADORO *-*

' dianasilva disse...

De nada princesa*

' dianasilva disse...

Escreves mesmo bem princesa*

Ricardo Barras disse...

As flores voltam sempre a nascer, passado o Inverno. Se a Primavera se esquece da água, as sementes recolhem-se na terra e esperam que o tempo venha.

Isso do amor é uma coisa esquisita. Tu sabes, eu sei. Difícil de explicar, impossível de aturar!

Sempre a mostrar uma face forte quando se é por dentro uma massa de água. Afinal quem és tu? Estás a mostrar o quê? Estás-te a camuflar de quem? De ti? Os outros só te podem fazer o mal que deixares que eles te façam... e tu trazes as sementes da sensacionalidade, da bué-da-fixalidade dentro de ti.

Para além de um bife nas costas. Nham. Adoro bife das costas, especialmente das tuas.

Desculpa-me a falta de acções que o mostrem, talvez; e desculpa-me pedir-te desculpa.

Mas epah, eu, realmente, amo-te.

' dianasilva disse...

Oh escrevo normal, mas obrigada *

letícia santos disse...

muito obrigada querida! :b

' dianasilva disse...

Oh és uma querida, obrigada mesmo *-*

' dianasilva disse...

Oh sendo assim, muito muito obrigada *-*

' dianasilva disse...

Tens razão princesa *-*

Renata disse...

Obrigada e ainda bem que gostaste :)

Renata disse...

:)

Renata disse...

:)

Renata disse...

:)

dianadíaz ! disse...

é perfeita mesmo :)